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: Bichos carpinteiros! #1

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Sou super diferente da minha mãe em quase tudo mas há uma coisa em que somos praticamente iguais: temos sempre que andar a mudar a mobília de sítio. Ainda morava com os meus pais e, volta na volta, mudava o meu quarto todo. Reorganizava a mobília e parecia ter um quarto novo! A minha mãe fazia o mesmo com a sala, a única divisão com espaço para mexer. Agora, que já moro na minha casa, vejo que sofro do mesmo "mal". Comecei na sexta por reorganizar a despensa e as bancadas da cozinha. Depois passei à casa de banho e o armário do lavatório levou tal volta que ficou irreconhecível. Foi pena não ter tirado fotos ao antes/depois porque as diferenças são imensas! Tenho a decoração mais clean, as coisas mais acessíveis, a casa mais arrumada!
Hoje o plano foi mudar, por completo, o quarto/escritório que para já serve para arrumação, essencialmente. Sentia que o quarto estava muito cheio, pouco convidativo. Deixo-vos, para já, a foto do antes.
O antes...
O espaço vazio ao lado da estant…

: Sentido único, sem volta.

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E eis que, perdida no mundo, me encontrei.

: Faz cada vez mais sentido...

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Já há muitos anos que desejo fazer uma tatuagem. Se antes não sabia o que fazer, agora tenho a certeza de que terá que ser relacionado com a música. Porque a música me preenche, acalma-me, faz parte de mim, define-me. Faz todo o sentido porque, sem dúvida, a música fará sempre parte do meu futuro. Resta-me a coragem para marcar isso na minha pele.

: Ontem o meu coração bateu mais forte!

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Quando o meu pai me disse que tinha bilhetes para o jogo de ontem fiquei eufórica. É raro ele conseguir arranjar bilhetes e era logo para um jogo tão importante! Foram já várias as vezes em que fui ao estádio mas ontem senti-me diferente. Era um momento super decisivo e notava-se o nervosismo pelas bancadas. Todos cantavam a plenos pulmões, puxando pela equipa. E a equipa brindou-nos com imensos golos. Quatro deles mesmo na baliza à minha frente! Que felicidade! Gritei, pulei, orgulhei-me deles. Dominaram o jogo e os nossos corações. Quando acabou a partida pensei que o estádio viesse abaixo. Quando começaram os festejos para receber a taça julguei que estivesse a sonhar. Eu estava ali, a assistir a tudo. Mal podia acreditar. Mas foi verdade. Vi o Luisão levantar a taça e o meu coração bateu mais forte. Pela primeira vez na história o Benfica é tetracampeão e eu não podia ter mais orgulho no percurso deles. Que orgulho em ser Benfiquista!



Como se isso não bastasse chego a casa e vejo q…

: Acordo com o Sol.

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Sempre fui madrugadora. Gosto de sentir o ar das manhãs no rosto, gosto dos aromas que se levantam com o sol. Desde pequena que me levanto pela fresca, vou à janela e abro-a, para que o fresco me acorde. Demoro-me a olhar para a rua, ignorando que o relógio avança. Enrosco-me numa manta e aprecio o início de um novo dia. Capto pequenos pormenores e guardo-os, em mim. Reservo largos minutos para me sentir em paz, numa espécie de meditação que só eu compreendo. Quando fecho a janela sinto-me revigorada, pronta para enfrentar o dia. Sempre fui madrugadora e desconfio que vá sempre ser. Porque não o ser se me faz tão bem?!
#histórias de bolso #off the records

: Opinadores profissionais.

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Há sempre alguém disposto a dar-nos a sua opinião, mesmo sem ser pedida. Se algumas vezes a opinião é pertinente e realmente nos ajuda a crescer, na maioria das vezes é apenas uma tentativa de "lavagem cerebral" em prol de algo que só a outra pessoa acredita. Na maioria das vezes são opiniões que não pedimos e que nos incomodam, porque não queremos ser incorrectos e mandar a outra pessoa ir pastar - apesar de estar cada vez mais perto de o fazer! Por exemplo, agora com o cão já ouvi de tudo, principalmente de pessoas estranhas. Pessoas que nunca tiveram um cão destes mas que conhecem alguém que tem um da mesma raça e que pensa que nos vai ensinar algo. Pessoas que nem sequer imaginam que esperámos um ano pelo nosso cachorro e que estudámos tudo o que tínhamos a estudar. 
Algumas pessoas criticam-nos por prendemos o cão durante o dia, num parque próprio para ele. Acham que o devíamos deixar andar pela casa. Já nós acreditamos, sem vacilar, que isto é …

: Porque escolhi o violino...

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Antes de começar a tocar violino não fazia ideia de todas as dificuldades que sentimos ao início. São as dores nos dedos, nos braços, nos pulsos, inclusivamente nas pernas! Os primeiros tempos são difíceis com imensas coisas para assimilar - desde a postura corporal até à forma como devemos agarrar no arco. Mas não me arrependo, nada, de ter embarcado nesta aventura. A par do piano, o violino sempre foi dos instrumentos que mais me captaram a atenção. A beleza do instrumento em si, o som que produz, a forma leve mas segura com que temos de movimentar o arco pelas cordas. A forma rápida com que temos de mudar os dedos, procurando a nota perfeita. O produto final compensa as dores nos dedos e nos braços. Essas dores, ao fim de algumas semanas, desaparecem. Ficam as aprendizagens, as superações, os resultados. Depois de seis anos fora do mundo da música pensei que fosse díficil voltar. Pensei que não me fosse adaptar a um novo instrumento. Mas não me permiti d…