domingo, novembro 29

: Dezembro está aí à porta.


Nunca fui pessoa de ligar muito às festividades. Só me mascaro no Carnaval porque trabalho com crianças, não sinto o verdadeiro sentido da Páscoa, não me sinto diferente na noite de passagem de ano. Mas sempre amei o Natal. Casa cheia, risos, calor humano, amor. Gosto das decorações, das luzes, do cheiro das comidas típicas da altura. Mas bom, nasci dois dias depois do natal por isso não poderia amar outra coisa. Ao longo dos anos a minha casa foi ficando mais vazia. O ano passado passei, pela primeira vez, o natal com o David e os meus pais. E fui feliz. Falámos, rimos, divertimo-nos. E eu prometi a mim mesma que tinha de arranjar casa para poder juntar a família do David também. Porque é assim que eu gosto: casa cheia. Mas estamos a entrar em Dezembro e eu a ver que talvez ainda não seja este ano. Ainda agora começámos as mudanças e ainda falta tanto para fazer... Eu nem quero prendas, porque não é nisso que penso durante a noite. Quero apenas ter a casa novamente cheia. A minha casa. A nossa família. Era a melhor prenda que este Natal me poderia trazer. 

sexta-feira, novembro 27

: O som das vozes.


Sou só eu que quando falo ao telefone com estranhos fico a imaginar como ele serão fisicamente?? É que, para mim, a voz é como um cartão de visita. A voz faz com que nos reconheçam, mesmo quando não estão a olhar para nós. A voz, para além de ser parte de nós, é aquilo que mais se apresenta ao mundo. É, no fundo, uma das partes mais importante de nós. E a mim deixa-me sempre curiosa!

quinta-feira, novembro 26

: Estou nas nuvens.


Tenho andado meio desaparecida mas foi por uma boa razão! Eu e o David andávamos à procura de casa já desde o início do ano e hoje foi o dia em que, finalmente, fomos assinar a escritura daquela que preencheu todos os nossos requisitos. Depois de termos tido uma má primeira avaliação do imóvel que nos impediu de seguir em frente eis que surgiu uma oportunidade, que aproveitámos de imediato, dando-nos uma segunda chance de adquirir a casa que tanto queríamos. Foi um processo que nos roubou muito tempo e que nos deixou em sobressalto durante várias semanas. Mas agora que está tudo resolvido podemos passar à segunda fase: mobilar a casa. Já só nos falta equipar a sala mas não se deixem enganar porque é uma das divisões que nos rouba mais dinheiro. Na foto de cima podem ver parte da nossa cozinha e despensa. A casa em si é pequena mas é perfeita para nós. É acolhedora e, principalmente, está totalmente renovada. Mesmo sendo em segunda mão é como entrar numa casa completamente nova. O que poderíamos pedir melhor? Agora vem a parte difícil... as mudanças!

Não prometo que consiga pôr já em dia a leitura dos vossos blogues mas pelo menos agora sabem que eu não fugi para outro planeta! Além disso estou a pensar fazer-vos um post com dicas para quem queira comprar casa. Digam-me de vossas justiça: parece-vos bem ou uma valente seca?

segunda-feira, novembro 23

: O fim de uma saga.


Quando acabei de ler os livros do The Hunger Games chorei. Pela forma como acabou mas, principalmente, por terem acabado. De todas as sagas que já li esta foi aquela com que mais me identifiquei. Muito por culpa da Katniss. Há momentos em que me apetece abaná-la para que ela saia daquela nostalgia que a acompanha mas, no fundo, ela só se comporta como todos nós nos iríamos comportar naquelas situações.


Ontem vi a segunda parte do último filme. Eu já sabia que ele estava no cinema desde quinta-feira, mas não fiz questão de pedir a ninguém para ir ver. Até o David estranhou. A verdade é que eu não queria passar, mais uma vez, pelo final da saga. Se eu não gostasse dos filmes seria fácil mas o grande problema é que fizeram óptimas adaptações dos filmes e uma pessoa até parece que está a viver a história! Sou suspeita para falar, já que sou fã tanto da Jenniffer como do Josh, mas este filme retratou, na perfeição, o sentimento que o livro nos transmite. O David esperava mais acção - homens!! - mas para quem leu o livro sabe que tudo o que era preciso estar lá, está. E aquele final? Até fiquei com lágrimas nos olhos tal foi o encanto com que fiquei. 

Agora lá vou eu passar novamente pelo processo de luto... Até à próxima saga!

sábado, novembro 21

: Meu amor,


há cinco anos atrás festejávamos os teus vinte anos. A nossa relação ainda era recente e a tua casa cheia de familiares assustou-me. Disfarcei, ainda assim. Divertimo-nos e nesse dia tive a certeza de que contigo vinha uma família maravilhosa. Já passaram cinco anos, acreditas? Fazes hoje vinte cinco mas não nos sinto a ficar mais velhos. Continuamos os mesmos de sempre, com mais um pós de maturidade. Continuamos os mesmos, com mais certezas e menos problemas na cabeça. Estive ao teu lado em todos os teus aniversários ao longo destes cinco anos e tenho cada vez mais certezas de que quero envelhecer contigo. Estou ansiosa por ver a nossa vida avançar, por conseguirmos cumprir mais objectivos. Juntos. Sempre de mão dadas. Hoje é o teu dia, meu amor, e eu só quero que seja um dia feliz. Porque, nunca duvides, mereces o melhor que o mundo te tem para dar ♥

sexta-feira, novembro 20

: "É mesmo à Cláudia!!" #2


Tenho um pequeno defeito que me tem custado umas boas vergonhas... Para vos contextualizar tenho que dizer-vos que eu até consigo controlar a minha euforia. Mas em muitos dos casos simplesmente não quero fazê-lo. Gosto de ser espontânea e de reagir como a situação o proporcionar. Claro que muitas das vezes acabo por reagir de forma demasiado efusiva e as minhas bochechas adquirem um tom avermelhado. Nesses momentos se eu tivesse um buraco enfiava-me lá dentro. Já dei por mim no meio da fnac a fazer a dança da felicidade só porque ia comprar um bilhete para um concerto. Ou na bertrand a falar alto demais por estar entusiasmada com alguns livros. Mas acho que a situação mais caricata ocorreu durante as férias do verão passado, na semana em que estive em Vila Nova de Milfontes.

Existe por lá uma gelataria óptima - chamada San Pietro - com sabores de gelado de tudo o que possam imaginar. Num dos dias em que lá fui não me consegui controlar quando vi o sabor de ferrero rocher e comecei aos pulinhos enquanto dizia ao David «- Olha aliiii... FERRERO ROCHER!!!!!», como se de uma criança me tratasse. Quando dei conta tinha uma empregada a olhar para mim com uma cara de quem tinha medo de se aproximar e os outros empregados riam-se que nem perdidos. Só não me vim embora nesse momento porque queria mesmo um gelado de ferrero rocher!!

A solução para eu deixar de ser tão efusiva?? Ir sozinha aos sítios. Quando estou sozinha faço toda a festa dentro da minha cabeça e limito-me a ficar com uma cara ainda mais parva do que o normal. Agora quando estou acompanhada sinto-me mais à "vontade" para passar vergonhas. E pensar que eu já fui tímida...

Mais alguém demasiado efusivo como eu?!

quinta-feira, novembro 19

: Avó,


lembro-me de ti ao longo de todo o ano mas é sempre nesta altura, em que o Natal se aproxima, que sinto a tua falta com mais força. Talvez porque tenha sido a época em que te perdi. Talvez porque ser a festa que mais prezo e que mais vontade me dá de unir novamente a família, deitando o passado para trás das costas. Quando partiste pareceu quebrar-se o elo que nos uniu, mais do que nunca, naquele ano de preocupações constantes. Nunca mais fomos os mesmos e os caminhos separaram-se. Sei que irias odiar ver-nos assim, mas há momentos da vida em que temos que saber escolher o que é melhor para nós. Espero que consigas entender...

Sei que te prometo visitas na minha mente, mas depois faltam-me as forças. Faltam-me as forças para não desabar quando pouso as flores na tua campa. Faltam-me as forças sempre que te imagino debaixo dos meus pés, sem que te possa abraçar. Avó, não imaginas o quanto queria poder novamente sentar-me contigo à mesa. Falar-te de tudo, mostrar-te quem sou. Não consegues imaginar a vontade que tenho de te contar as novidades, de receber um sorriso como só tu sabias dar. Fecho os olhos e vejo os teus traços perfeitamente. Consigo contar-te as rugas. Sabes... temia esquecer a tua face com o passar dos anos. Mas, muito pelo contrário, recordo-te com mais força. Faço-te viver através das minhas recordações, para que a saudade não seja tão sufocante. Parece-me quase impossível mas já passaram quase cinco anos desde o dia em que me despedi de ti. Muitos anos ainda irão passar mas um dia, se tudo o que nos contam for real, irei rever-te. Nesse dia só espero que me digas que tens orgulho naquilo que fiz, naquilo em que me tornei. Estou a esforçar-me por isso, prometo!

quarta-feira, novembro 18

: Em dia de limpezas...


... ouve-se esta música para animar o ambiente!

terça-feira, novembro 17

: Uma semana com sabor a sol.


Ontem recebi uma excelente notícia - estou quase a poder contar-vos!! - e ainda não caibo em mim de contente. Depois de uma fase negativa - com problemas no trabalho e com más notícias - eis que se dá uma reviravolta e sou feliz em todas as áreas da minha vida. Dá-me gosto ir trabalhar, ando sempre de sorriso na cara. O universo que outrora conspirou contra mim agora aliou forças comigo e dá-me todos os sinais de que estou no caminho certo. Se continuam a haver algumas pedras? Sem dúvida. Mas aceito-as a todas porque sei que me fazem crescer e apreciar aquilo que a minha vida tem de melhor. Este ano o Natal até vai ter um sabor diferente, se tudo correr como planeado. E eu pareço uma criança só com a expectativa. Não preciso de presentes alguns... O melhor presente é o de realizar os meus sonhos!

Não desistam dos vossos sonhos. Podem demorar a concretizar-se; Podem até tropeçar mil vezes no caminho... Mas quando os alcançarem vai saber-vos pela vida!

domingo, novembro 15

Tu.


Tu, que passas por mim e finges não me ver. Tu, que vives nessa bolha de falsa segurança. Tu, que te queixas da tua vida aos sete ventos, para que tenham pena de ti. Tu, que esbanjas dinheiro sem pensar duas vezes, simplesmente porque podes. Tu, que vives sem planear o futuro. Tu, que te indignas com os males do mundo, fingindo ter alma humanitária, mas sem que faças realmente algo. Sim, tu. É a ti que dedico estas palavras. Ouve-me. Lê-me. Não me importa como te chega esta mensagem, desde que te faça parar e pensar. 

Sabes porque passas por mim na rua e te parece que me vês sempre a dormir? Porque só assim ignoro a fome que me contorce o estômago. Porque só assim ignoro a volta dramática que a minha vida deu. Já estive no teu lugar, sabias? Também já dei o futuro como garantido e ignorava todos os sinais de alerta. E só quando me vi aqui, deitada num cartão, dei valor a uma coisa tão simples como uma cama. Enrolo-me nos cobertores que fui recolhendo e seco as lágrimas com o frio. Sinto a pele áspera e tenho vergonha de ver o meu reflexo. Se procuro trabalho? Não faço outra coisa. Mas achas mesmo que alguém me dá trabalho? Tornei-me um fantasma, uma pedra no sapato da sociedade. Ignoram-me, na esperança que eu desista de tentar ser pessoa. Dependo de almas carinhosas e a elas devo o pouco que ainda sou.

Eu já fui como tu, inconsequente. Agora? Agora resta-me adormecer cedo para esquecer que a fome me está a matar. Abre os olhos antes que seja tarde demais.

#Fictício 

sábado, novembro 14

: O que o nevoeiro me trouxe.


Éramos completos desconhecidos quando te sentaste ao meu lado, num dos muitos sofás no átrio do hotel que nos recebia, na serra de Sintra. Lembro-me que estávamos a meio da tarde e que o nevoeiro nos rodeava, sem dar qualquer trégua. Olhei para ti, pelo canto do olho e reparei na tua postura descontraída enquanto lias o jornal. Pressentindo o meu olhar viraste a cara totalmente para mim, falando de forma pausada:

- Quando não se espera ninguém o mundo trata de colocar alguém no nosso caminho.

Confusa, observei-te. Quem era aquele homem que, numa tarde como qualquer outra, parecia saber ler-me os pensamentos? Como saberias que estava sozinha? Pela postura do meu corpo, pela descontracção com que olhava em redor? Por me fazer acompanhar por um livro? Mil perguntas se formavam na minha mente mas a verdade era só uma: tinhas razão. Eu não esperava ninguém e ninguém esperava por mim. A minha estadia naquele hotel tinha sido um escape às dores do coração. E agora ali estava eu, sentada ao lado de um desconhecido com o dom da eloquência. Sorri com esse pensamento e interpretaste o meu sorriso como um sinal para te aproximares. Olhaste para a capa do meu livro, um clássico português. Pegaste nele, delicadamente, pousando-o entre nós.

- Não há motivo algum para que duas pessoas não se conheçam. Se vivemos então é nossa obrigação aproveitar a vida. Não concorda?

Oh, concordo pois. Perdemo-nos na conversa até bem de noite. Até que seguimos caminhos diferentes, cada um rumo ao seu quarto. No dia seguinte procurei-te por todo o hotel, mas era como se não tivesses passado de um sonho. Era como se o nevoeiro te tivesse trazido para me confortares e o nevoeiro te tivesse levado quando tudo estivesse bem. Não fiquei triste, descansa. Graças a ti, foi esse o dia em que o frio gelado do nevoeiro passou a aquecer o coração que habita em mim. Nunca mais me senti só.

quinta-feira, novembro 12


Ultimamente o universo parece andar a conspirar em meu favor. Depois de tantas fases más eis que posso respirar de alívio e aproveitar sem problemas os meus dias. Ainda dei um tropeção há umas semanas atrás mas, desde aí, a normalidade foi restaurada e tive uma excelente surpresa. Não posso contar nada, ainda, que eu não gosto de fazer a festa antes de tempo mas posso-vos dizer o que aprendi nestes últimos dias:

Quando algo nos parece estar destinado o maior erro é desistirmos por medo.

terça-feira, novembro 10

: Recados à Macaquinha [15]


Sabes, meu amor, onde trabalho vejo muitos pais que olham para os filhos mas não os observam. Não reparam nos pequenos pormenores que, muitas das vezes, fazem toda a diferença. Ora esquecem-se que os filhos deveriam ter trazido os óculos para a escola; Ora esquecem-se de trazer algo que os professores pediram. Compreendo o lado deles, ser pai não é fácil. Chega-se a casa cansado do trabalho e ainda com tantas coisas por fazer... Mas ainda assim são pais. E quem tem um filho deve fazer mais do que olhar para ele. Deve observá-lo, compreender as suas mudanças, crescer com ele. Vocês mudam num piscar de olhos e se não estivermos atentos perdemos as coisas mais importantes. Ainda não te tenho, macaquinha, mas espero um dia conseguir observar-te. Espero conseguir compreender-te nas várias fases da tua vida. Mas sinto medo, sabes... Medo de que também vá ser uma mãe cansada, distraída. Uma mãe que fecha os olhos e passa ao lado de tanta coisa. Não me deixes ser assim. Acorda-me, se for preciso. Não quero perder nada do que terás para oferecer ao mundo.

segunda-feira, novembro 9

: A "minha" época está a chegar.


Sei que ainda é muito cedo, afinal de contas ainda agora começou Novembro, mas já ando a pensar na decoração natalícia que vou fazer aqui em casa. Este ano quero inovar e fugir à tradicional árvore de Natal. A minha mente já fervilha...

Sugestões aceitam-se!

domingo, novembro 8

: Sempre no meu coração.


Quando, no início do ano lectivo, o meu coordenador me disse que eu ia mudar de equipa o meu coração ficou apertado. Chorei, até. Custou-me a adaptar, confesso. Mas agora? Agora já me habituei ao ritmo elevado, à falta de espaço, às macacadas que temos de fazer para que as crianças estejam sempre ocupadas. Sinto que fiz uma tempestade num copo de água e afinal de contas também posso ser feliz ali.

Ainda assim, há poucas coisas melhores do que voltar ao local de trabalho onde comecei e receber mil abraços dos meus pequenos; ouvir as coisas bonitas que só eles sabem dizer; matar um pouco das saudades com que fiquei. Agora é só esperar até às férias do Natal para que possa estar bem junto a eles, novamente. Vejo-os crescer ao longe mas uma coisa nunca os abandona: aquela felicidade que me faz sorrir e me aquece o coração. 

quinta-feira, novembro 5

: Até quando?!

Escrevi no feminino mas este é um texto que se adapta a qualquer género.

Os vossos olhares vão pousar um no outro quando menos esperares. Talvez te derretas com o seu sorriso ou talvez nem lhe aches piada à primeira vista. Os vossos caminhos vão cruzar-se mais algumas vezes e aí crescerá a vontade de se conhecerem. Irão descobrir-se ao longo dos meses até ao dia em que vão perceber que não conseguem viver um sem o outro. Os dedos vão entrelaçar-se e os abraços vão ser a vossa casa. Sorrirão a cada mensagem e irão telefonar um ao outro só para matar as saudades. O início da relação será um sonho, tudo aquilo que desejaste. Irás surpreender-te com o seu romantismo, com as palavras doces que te dirá. E, na tua inocência, julgarás que será sempre assim. Até ao dia em que os ciúmes vão começar a despontar. Ciúmes dos teus amigos, ciúmes de quem se cruza contigo e simplesmente te sorri. Irá querer que te isoles de todos os perigos e tu, por o amares tanto, vais afastar-te. Vais deixar de ser tu e passarás a ser um fantasma. Andarás ao sabor das vontades dele, sempre preocupada que ele te deixe. Todas as pessoas irão aperceber-se que a vossa relação está a degradar-se e até tu, sim tu, vais começar a sentir-te mal. Talvez não queiras desistir logo, pensando que ele irá mudar, mas chegarás ao ponto em que o sufoco não te permitirá respirar. Vais deixar de te sentir pessoa. Vais deixar de sentir o que quer que seja. Esperar por um amor doentio não é saudável, acredita. Esperar pelo reconhecimento e pelo carinho de alguém que não confia em ti dilacera o coração. Irás chorar noites a fim até ao dia em que finalmente irás lutar por ti. Prepara-te... ele não irá aceitar tudo isso de ânimo leve. Terás que ser forte. Terás que esquecer que, no fundo, ainda o amas. Terás que ignorar as boas memórias e as promessas de que tudo voltará a ser cor-de-rosa. Vira-lhe a cara, desliga-lhe as chamadas, apaga as mensagens. Faz o luto por tudo aquilo que não chegaram a ser. E num dia como qualquer outro irás encontrar a pessoa que te mostrará o que é um verdadeiro amor. Não percas a esperança
#Fictício

terça-feira, novembro 3

: Fiquei sem palavras!


O David dá-me certezas que o nosso relacionamento está aqui para durar quando, para além das pequenas coisas, percorre quase 70 quilómetros - depois de um dia de trabalho - para poder comprar um jogo que sabe que eu adoro: guitar hero (com direito a bateria e guitarra!!). Quando ele me disse onde íamos chamei-lhe louco mas acabei por adorar não só o gesto dele como também o nosso fim de dia bem diferente do habitual! De vez em quando sabe mesmo bem fugir por completo à rotina...

Agora só lamento pelos vizinhos que nos vão ouvir a tocar bateria e guitarra all night long. Venha de lá esta nova banda!

segunda-feira, novembro 2

: Mais de 1000 razões para ser feliz #6

Jardim da Estrela - Agosto 2015

Darmos passeios a dois, por locais que descobrimos lado a lado.

Desafio encontrado no blogue da Mariana - Colibri

domingo, novembro 1

"É mesmo à Cláudia!!"



Começa um novo mês e, com ele, começa uma nova espécie de rubrica. Há bastantes coisas que eu faço que para mim são completamente banais mas que deixa outras pessoas a pensar que me faltam parafusos. Como eu sei que não estou só no mundo vou, todas as semanas, contar-vos uma situação na esperança que algum de vocês seja tão "estranho" quanto eu!!

Ora bem, primeira semana...