sábado, abril 30

: Todo um sol brilhante lá fora...



... e eu fechada em casa, no primeiro dia de férias, a acabar prendas do dia da mãe. No ATL decidimos fazer vídeos e, como tal, agora resta-nos fazer a montagem para podermos enviar tudo direitinho amanhã. O lado mais que positivo? Os vídeos estão a ficar um mimo e se eu fosse mãe ia adorar receber uma dedicatória como esta! Às vezes as coisas mais simples são aquelas que mais nos tocam o coração.

quinta-feira, abril 28

: Estou em contagem decrescente...


... para as férias e, especialmente, para aquele que vai ser um dos concertos da minha vida: Muse!

É já segunda-feira (grito histérico)!!

terça-feira, abril 26

: A recuperar energias...


Tenho tantas coisas para vos mostrar, tantas palavras na minha cabeça a suplicarem-me para sair. Mas de cada vez que penso em escrever sinto o cansaço a apoderar-se de todo o meu corpo. De cada vez que abro uma nova mensagem, aqui no blogue, sinto o ânimo a desvanecer-se. Nunca senti tanto que precisasse de férias, por poucos dias que seja. E elas estão aí, ao virar da esquina. Faltam quatro dias para que possa respirar fundo e aproveitar uma semana de pausa. Até lá vou tentanto recuperar energias nos pedaços de tempo livre que ainda vou tendo. Se acharem que ando demasiado desaparecida não se preocupem, estou só a aproveitar este bom tempo para mandar o cansaço embora!

domingo, abril 24

: Maio, chega rápido!!


Este ano vi a minha vida a andar para trás quando comecei a perceber que eu e o David teríamos dificuldade em conciliar as férias. Decidimos então tentar tirar uma semana de férias numa altura que, supostamente, não trará grandes problemas aos nossos locais de trabalho. Eis que daqui a uma semana teremos cinco dias de férias! Começámos por pensar ir para Vila Nova de Milfontes, onde já fomos muito felizes. No entanto as casas são caras para nós - mesmo em "época baixa" - e os parques de campismo de lá não nos aliciavam.

Numa hora de almoço, há umas semanas atrás, o David perguntou-me para onde íamos nessa semana. Lancei para o ar irmos para um parque de campismo. Ele concordou. Restava saber qual escolher. Queríamos fugir dos locais que já conhecíamos e eu propus irmos para Sul, ao invés do nosso amado Norte. Foi ao abrir o mapa que vem com o livro de parques de campismo que a resposta surgiu: Portalegre. Não é no Sul, eu sei. Mas o meu pai nasceu lá e eu nunca cheguei a conhecer a cidade. Aliás, nem ele conheceu visto que veio para Lisboa ainda antes de ter dois anos. O parque de campismo escolhido fica mesmo junto ao Marvão e eu não podia estar mais ansiosa por quatro dias em contacto com a natureza.

Os dias já estão praticamente planeados e agora é só contar os dias até à maravilhosa semana que vai ser aberta com chave de ouro: o concerto dos Muse. Acho que nunca estive tão ansiosa pelo começo de um novo mês! 

sexta-feira, abril 22

: Um dilema nada importante...

Antes de verem o filme tenho a dizer que me debati com uma dualidade dentro da minha cabeça durante um bom tempo, que me levou a chegar a duas conclusões que, mesmo sendo completamente diferentes, não sobrevivem uma sem a outra:

Ponto positivo de ser filha única - não tenho pessoas a pregarem-me partidas destas.

Ponto negativo de ser filha única - não tenho pessoas a quem pregar partidas destas!

Fora as minhas maluquices vejam o filme e divirtam-se. 

quarta-feira, abril 20

: Como partir o meu coração em 40 minutos...


Atenção: este texto contêm muitos spoilers!!

Sim, eu sei que o How I Met Your Mother já acabou há um bom tempo mas eu só acabei de ver a série há uns dias atrás, na Fox Comedy. E apesar de não seguir a série acabei por ver todos os episódios que foram passando nesse canal. E esperei, meio que ansiosa, pelo final. Afinal de contas os finais costumam sempre deixar um gostinho especial na nossa memória...

Então vamos lá ao que interessa: andamos nós durante imensas temporadas sempre na expectativa de saber quem é a mãe das crianças, que aturam aquelas histórias todas, para no final dos finais ele nem fica com ela?! Então mas andamos nós a torcer para ele encontrar a pessoa do chapéu amarelo para depois eles serem felizes durante só uns anos e depois a rapariga morrer? Mas isso faz-se a alguém? Sim, eu compreendo que o Ted e a Robin sempre estiveram destinados - blá blá blá - mas este final partiu-me por completo o coração. Eles ficam muito fofos juntos mas, bolas, andámos estes anos todos a contar com uma coisa que aconteceu durante o quê... quatro episódios?

E o que dizer daquele final do Barney? Eu que torcia pela relação dele com a Robin levei a primeira facada quando se divorciaram. Eu sabia que ele iria ter uma filha mas pensei que ela fosse ser adoptada - visto que a Robin não pode ter filhos. Então mas ele tem uma filha de uma mulher qualquer que nem o nome nos é apresentado? - vá nisto até me admiro não ter engravidado alguém antes... Mas bom, o que importa foi a reacção dele ao ver aquela menina linda. A única mulher capaz de lhe roubar por completo o coração. Essa parte amei e achei que fez todo o sentido.

Já o Marshall e a Lily tiveram o final que todos esperávamos. Cheios de filhos e com cada um a cumprir os seus sonhos. Nunca duvidei, por um segundo que fosse, naquela relação e naquele amor. Puro. Intemporal.

Contas feitas só sei que chorei que nem uma perdida e acabei a dizer que detestei o final. Foi tudo ao lado do que eu esperava e senti que tudo aquilo tinha acabado de acontecer a alguém que eu amo. É quase como se nos estivessem a dizer que sim, é possível encontrar o amor da nossa vida. Mas que depois nos é roubado e acabamos por ficar com uma outra pessoa pela qual até já estivemos apaixonados, quase como um "prémio de consolação". Porquê fazer isto ao Ted? Logo ao Ted, eterno romântico e cujo oxigénio são clichés? Bolas. Fiquei magoada e não gostei do final.

De resto, a série foi Le - Wait for it  - gendary!!

segunda-feira, abril 18

: Liberdade para brincar!


A coisa que sempre mais me fascinou em trabalhar com crianças foi observar as suas brincadeiras. Sempre me foi dito que devíamos intervir o mínimo possível, para não condicionar as suas escolhas. E, acreditem, é interessante assistir à interacção entre pares. À forma como, quase automaticamente, raparigas se unem às raparigas e os rapazes aos rapazes. É como vermos um reflexo da socidade, mas em miniatura. É ver reflectido nas crianças aquelas ideias pré-concebidas do século passado. Mas depois há aquelas crianças que vêem o mundo do avesso e decidem que querem ser diferentes de todos os outros. E eu só posso dar força a estas decisões, a estas saudáveis "misturas". 

Ao contrário de algumas pessoas com que já me cruzei, não gosto de direccionar as crianças para um género de brincadeiras. Deixo os brinquedos à sua disposição e cada um é livre de pegar naquilo que quiser. Já vi rapazes a brincar com bonecas e raparigas a brincarem com carros. E que mal tem? Nenhum. Eu própria brinquei com carros e joguei à bola. Isso fez de mim menos rapariga? Nem por isso. Gosto dessa liberdade de podermos escolher aquilo que nos faz mais feliz e que condiz por completo connosco. Gosto que não haja recriminações por uma criança pegar num brinquedo que não é "tipicamente" para o seu género. Acho que já ultrapássamos a época em que os rapazes tinham todos de ser muito "machos" e as raparigas muito "delicadas".

A próxima vez que tiverem a oportunidade de observar um grupo de crianças a brincarem percam-se nos seus diálogos. Nas suas expressões. Talvez se revejam um pouco nelas... Afinal de contas os mais pequenos trazem muito daquilo que vêem e ouvem para as suas brincadeiras. E que nunca esqueçamos que a brincadeira não é uma coisa de menina ou de menino. É uma - importante - coisa de se ser criança. E é delicioso assistir!

sábado, abril 16

: [ Filha Do Sangue ] de Anne Bishop


Não conhecia este livro até ao dia em que o David o trouxe para casa. Demorei algum tempo a pegar nele pois não pensei que fosse ser um livro dentro dos géneros que eu costumo gostar. Como me enganei...

sexta-feira, abril 15

: Perdoem-me todos os seres humanos...


... mas os animais são, sem dúvida nenhuma, uma das melhores coisas do planeta!

quarta-feira, abril 13

: Eu nem gosto de ser do contra mas...


Não consigo gostar de café. Nem do cheiro, nem do sabor. Ainda vou bebendo desde que misturado com leite - de preferência com muito mais leite que café - mas fujo a sete pés de tudo o resto. Eu bem experimentei beber e até tentei perceber o porquê da maioria das pessoas só conseguir "funcionar" de manhã depois de uma chávena de café mas acabei por desistir dessa demanda. Está mais do que provado que este não é, de todo, o combustível que me faz mover!

segunda-feira, abril 11

: Num mar de remorsos.


Nunca me pediste desculpa pelas feridas abertas no meu coração e eu nunca me desculpei, perante ti, pelas noites em que te agredi com todas aquelas palavras demasiado agrestes para o nosso amor. Amávamo-nos com todo o coração mas, em todos os períodos em que esse amor esfriava, éramos os piores inimigos. Cortávamos pele, osso, vida. Lançávamos ameaças para o ar e saíamos de casa, batendo com porta. Podíamos ter feito tanto; Podíamos ter sido tanto. Mas acabámos por sair magoados por todas as más decisões que tomámos. Fomos maus um para o outro, sem pensar um segundo no quão bom seria estarmos juntos. Porque não, meu amor, nunca estivemos verdadeiramente juntos. Estivemos lado a lado mas nunca unidos. Tentámos ser apenas um, sem nunca perdermos um único segundo a lutar verdadeiramente por isso. Perdemos todo o nosso tempo a batalhar um contra o outro. Sabes, o nosso amor nasceu destinado para morrer. Esgotámos os momentos de felicidade. E no dia em que apenas o negro nos rodeava partimos, de malas feitas. Hoje olhando-nos à distância, com o luto feito, percebo o quanto errámos. Percebo a quantidade de desculpas que te devo e que, provavelmente, nunca conseguirei pedir. Mas não me arrependo de termos seguido caminhos opostos: seríamos sempre terríveis juntos. 

#histórias de bolso
#off the records

sábado, abril 9

: Parece que (afinal) ainda há pessoas honestas!


Sabemos que o mundo está completamente do avesso quando se lêem notícias como esta e se acha tudo muito fora do normal. A ganância não é um mal só deste século mas parece que ultimamente vivemos cada vez mais isolados de todos os que nos envolvem. Esta mulher teve a sorte da vida dela ao cruzar-se com um homem honesto, incapaz de ficar com o dinheiro de terceiros. Ele poderia ter fechado os olhos e até ter devolvido a carteira, sem o dinheiro. Mas, por algum motivo, decidiu fazer o mais correcto. Não sabemos o que o motivou a devolver a carteira - com o dinheiro lá dentro - mas ficará, sem dúvida nenhuma, com a sua consciência tranquila.

Não sei o que faria se fosse eu a encontrar a carteira mas acho que não conseguiria ignorar o facto de ter à minha disposição a identificação da dona de todo aquele dinheiro. E se já me dei ao trabalho de procurar no facebook uma pessoa cujo cartão do cidadão encontrei no chão, para lho poder devolver, provavelmente faria o mesmo neste caso. Ou então não. Nunca saberei. Só quando somos postos à prova é que sabemos dizer como reagimos.

O que imaginam que fariam?

quinta-feira, abril 7

: Como evitar gastos desnecessários , parte 1


Quando morava na casa dos meus pais, ainda sem o David, via a minha mãe a dar as contagens da água, da luz e do gás. Sabia o porquê de ela o fazer, visto que as estimativas feitas pelas empresas nunca são simpáticas para os consumidores, mas não tinha a noção de que um simples telefonema poderia fazer tanta diferença no valor de um pagamento. Quando comecei a pagar as contas em casa dos meus pais esforcei-me por dar sempre as contagens mas nos meses em que não as dava a diferença também não era muito substancial. Notava uma pequena diminuição no mês seguinte mas nada que me fizesse ficar de queixo caído. Talvez porque tantos anos de contagens, dadas em tempo real, tivessem feito as empresas responsáveis pelos serviços perceber a média verdadeira dos gastos.

Tudo mudou no dia em que vim para a minha casa. Não tendo nada a gás temi a chegada da primeira carta com o gasto de luz. Quando a abri fiquei sem reacção: a conta era de mais de 70€. Bolas, pensei eu, agora vai ser assim todos os meses. Paguei o que devia e disse a mim mesma que teria que dar a contagem nesse mês. Qual não foi o meu espanto quando no dia de dar a contagem, tirei os números do contador e ao comparar com a carta anterior vejo que o que me tinham cobrado era um valor super exagerado, visto que naquele mês ainda nem sequer tinha alcançado o número anteriormente estimado. Resultado, no mês seguinte não paguei conta da luz e no outro mês ainda tive um desconto de 1€ e uns trocos. Nunca me senti tão feliz por dar a contagem e finalmente percebi a necessidade de notificar as empresas dos nossos valores reais. No meu caso traduziu-se numa poupança de mais de 30€! Se vocês já pagam as vossas contas e não dão as contagens aconselho-vos, de coração, a começarem a fazê-lo. Provavelmente estarão a pagar mais do que o necessário e basta um telefonema mensal - que não se paga - para que paguem apenas o que gastam. O que me parece bem mais justo...

terça-feira, abril 5

: Eu, claramente...


... e ainda hoje faço isto! 

domingo, abril 3

: Já estava a estranhar...


Sabem aquela pressão social que parece uma praxe feita aos jovens casais? "Quando casam?", "Quando têem um filho?". Não me safei da primeira questão e sou olhada quase como louca por dizer que não quero casar. Essa parte parece ter sido ultrapassada rapidamente quando as pessoas perceberam que já morava junta há mais de um ano e se fosse para ter acontecido, já tínhamos dado esse passo. Ao que parece já não está assim tão na moda casar!

Agora vem a parte mais difícil de "esquivar". Filhos. Por nossa vontade já cá andava uma coisinha querida a chatear, mas há que dar os passos com contenção. Gostava de ser mãe antes dos 30 mas até lá ainda tenho 6 anos. Nada de pressas ou de precipitações. Vamos gerar uma vida, não comprar uns sapatos mais caros do que o habitual. O mais engraçado é que são pessoas exteriores à família que exercem esta pressão. Os nossos pais e avós ainda não nos falaram uma única vez no assunto e acho que até agradecem termos juízo no que diz respeito a tudo isto. Quando chegar à altura não duvido que ficarão nas nuvens. Mas, para já, ainda é cedo.

Costumo dizer, a quem me chateia, que primeiro vamos ter um cão. As pessoas não acreditam em mim mas esta é a maior verdade. Sim, eu sei que um cão também dá despesas. Mas não vamos comparar, ok?! Só sei é que até quando não sou maluca as pessoas me tomam como tal! Triste sina a minha...!

sexta-feira, abril 1

: Shuffle #Março


Mais um mês que passou, mais um top dez que eu vos trago. Este mês é rico em variedade musical e mostra, perfeitamente, a confusão que vai no meu ipod quando ponho a playlist em shuffle! Divirtam-se...

1 - Maître Gims (Feat. Sia) - Je te Pardonne
2 - Aurea - I Didn't Mean It
3 - Calema - Dá-me Dá-me
4 - Jason Derulo - Stupid Love
5 - Major to Minor - Over The Rainbow
6 - Stromae - Avf
7 - System of a Down - Soldier Side
8 - System of a Down - Lonely Day
9 - Calema - Vai
10 - Stromae - Ta Fête