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A mostrar mensagens de Março, 2017

: Março musical!

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Este mês de Março foi bem positivo para os meus ouvidos. Não só os Pentatonix lançaram uma nova cover - da grande e eterna música Imagine - como a "minha" Lea Michele começou a libertar singles do seu novo álbum. O Ed Sheeran lançou um álbum maravilhoso que me deixou apaixonada e a cereja no topo do bolo foi a nova cover do Chase Holfelder em honra do filme "A Bela e o Monstro"! E eu estou perdida de amores por todas estas músicas, por todos estes talentos. Março foi, sem dúvida, um excelente mês!!

: Educação, educação - clubismos à parte!

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Sou do Benfica desde que me lembro. Mas nem é uma coisa de família! Eu e o meu pai somos os únicos benfiquistas enquanto os nossos restantes parentes são quase todos sportinguistas. Talvez por isso o meu pai tenha feito questão de me ensinar, desde bem cedo, que eu deveria respeitar os outros clubes e os seus adeptos. Ensinou-me a gostar do desporto em si, sem ligar a clubes. E eu gosto! Vejo jogos sem me preocupar com as equipas e eu própria jogava com os meus colegas na escola.

Talvez por isso me custe tanto quando os adeptos de qualquer desporto se preocupam mais em deitar abaixo as equipas contrárias do que a apoiar a sua própria equipa. Já passei por uma fase em que achava que tinha que ripostar contra as coisas más que diziam sobre o Benfica. Hoje em dia simplesmente não ligo. Tento até, enquanto educadora, ensinar aos meus pequenos que cada um tem direito a gostar da equipa que quiser e que todas elas são boas à sua maneira.
E porquê a necessidade de lhes ensinar isto?! Tenho lá …

: O algodão não engana!!

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Se há coisa que me dá prazer é sentir o cheiro a casa limpa. Dá um trabalhão e normalmente demoro uma manhã ou uma tarde inteira a ter a casa como quero mas, no fim, o resultado é maravilhoso. Chão aspirado. Pó fora das estantes. Casa com cheiro a lavado. Nada espalhado pelas divisões. Abrir as janelas para entrar o fresco. Acender uma vela para finalmente relaxar. Não há nada como nos sentirmos bem no nosso lar!

: Carta à Cláudia que ainda serei.

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Ericeira. 1998/1999
Calhou encontrar fotos minhas de há muitos anos atrás. De quando ainda não sorria abertamente porque tinha aquele dente de vampiro que me envergonhava. Quando ainda era insegura e achava que não era capaz de ser alguém. Encontrei fotos de tempos tristes onde o meu olhar era vazio, apesar de eu sorrir. Encontrei fotos da época em que percebi que eu importava. Da época em que conheci o David e o meu olhar se encheu de esperança. E de amor. Relembrei quem eu era e sorri. Sem apertos no coração. Já fui tão frágil, tão fácil de partir. Já fui ingénua, tão fácil de enganar. Já fui tão pouco, tão calada, tão parada. E agora sou tanto. Sou extrovertida, mexida, sem pudores. Abraço os momentos constragedores e brinco com situações que antes me iriam deixar corada. Aprendi a respeitar o meu corpo e a aceitar-me, com todas as minhas imperfeições. Não tenho saudades de ser a menina com cintura de vespa. Não tenho saudades de vestir números pequenos. Não tenho saudades da minha …

: Já tinha saudades, confesso.

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Não sou uma pessoa muito activa e o único exercício que faço é no trabalho. Já andei num ginásio - adorava e fazia imenso efeito em mim - mas o espaço fechou e nunca mais me dei ao trabalho de procurar outro que me enchesse as medidas. Cheguei a fazer exercícios de pilates em casa com uma amiga e também frequentámos aulas de body combat e zumba. Por mil e uma razões - mas principalmente porque ela começou a trabalhar por turnos e os treinos reduziram drasticamente - voltei a uma vida mais sedentária e acabei por deixar de treinar.
Pois que no início deste mês as minhas patroas disseram-nos que a partir de agora íamos todas ter aulas de pilates à sexta-feira e logo a seguir ainda recebíamos uma massagem! E eu que adoro pilates fiquei super contente. Já tivemos duas aulas e passo sempre o fim-de-semana dorida em algumas zonas do corpo. Zonas essas que já não eram trabalhadas há imensos meses!!! O mais engraçado... Descobri que tinha saudades de fazer pilates. Que até tinha saudades desta…

: A todos os pais...

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... aqueles que mudam fraldas; aqueles que fogem de uma fralda suja; aos que dão banho aos filhos; aqueles que têm medo até de lhes pegar porque são muito frágeis; aos que ajudam nos trabalhos de casa; aos que preferem ver um jogo de futebol com o filho no colo; aqueles que pegam às cavalitas para o filho chegar ao céu; aos que preferem dar a mão e ter o filho com os pés bem assentes no chão; aqueles que brincam sentados no chão; aos que preferem ver as brincadeiras, deliciados; aos que filmam todas as primeiras vezes; aqueles que nem se lembram de pegar no telemóvel e depois se arrependem; aos que o são apenas de coração mas que educam com todo o amor e empenho; aos que estão sempre presentes; aos que não fogem às suas responsabilidades. 
Um feliz dia a todos aqueles que merecem ser chamados de Pai. Que o sejam todo o ano para que no futuro o amor dos vossos filhos seja o maior do mundo!

: Feliz dia, Pai.

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Não temos, de todo, a típica relação de pai e filha. Sou eu que lhe dou na cabeça para mostrar-lhe o quão teimoso pode ser. Sou eu que o chateio quando sei que vai tomar uma má decisão. Sou eu que lhe digo as verdades, mesmo quando ele não gosta de as ouvir. É ele o primeiro a ajudar-me no que preciso, mesmo que nem lhe chegue a pedir nada. É ele o primeiro a cobrar-me a minha ausência ainda que eu nem sempre tenha o melhor feitio - na teimosia devo sair a ele. É ele que, aconteça o que acontecer, será sempre o meu pai. 
Eu sou, simplesmente, a sua filha. Sou a menina que passeava no parque com ele. Sou a menina que lhe pedia para ver os vídeos que fazia para imortalizar os meus momentos. Sou a adolescente chata que o expulsava do quarto quando queria um tempo para mim e já não o queria mais ouvir cantar karaoke. Sou a jovem adulta que saiu do ninho dos pais e percebeu que as boas recordações nunca a vão abandonar. Sou um pedaço de tudo aquilo que já fui e de tudo aquilo que ele ajudou…

: Casais divorciados: E as crianças, como ficam?!

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Ao longo do meu crescimento foram raras as vezes que tive contato direto com casais divorciados. Tive um colega cujos pais se tinham divorciado mas a relação entre eles era super leve e davam-se bem. Nunca presenciei dramas, discussões. Nunca vi a criança ser moeda de troca. Até há uns anos atrás. Desde que comecei a trabalhar diretamente com crianças comecei a contactar com vários tipos de casais divorciados. E há três casos em especial que trago hoje, num género de reflexão para que possamos perceber que ser-se um casal divorciado com filhos não é uma moeda só com uma face. 


: Obrigada universo!

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Todos os dias dou graças pelas pessoas que entraram na minha vida e a tornam mais alegre. Agradeço todas as gargalhadas partilhadas e alimento a minha alma com brincadeiras. Agradeço as pequenas coisas e vivo tudo aquilo que a vida tem de bom. Poderia preocupar-me com coisas mesquinhas ou perder tempo com pessoas tóxicas mas aprendi, já há muitos anos, que o meu bem estar não tem preço. Hoje em dia só me rodeio daquilo que me faz bem. E não podia ter uma vida mais positiva!

: A música original já era boa #1

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Sou apaixonada por covers. Gosto de encontrar talentos escondidos e de vê-los crescer. Gosto principalmente quando as covers são de grande qualidade. E esta é, sem dúvida, de uma qualidade bastante elevada. Este rapaz nunca me desilude!

: Ao final do dia.

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As luzes apagam-se e deixamos de fingir aquilo que somos. Despimos a nossa segunda pele e deixamo-la arrumada com os nossos outros esqueletos no armário. A noite aproxima-se e a escuridão revela aquilo que de mais verdadeiro há em nós. O cabelo prende-se num carrapito e as roupas são o mais confortáveis possível. Passamos por uma transformação. Deixámos de ser tudo aquilo que esperam que sejamos para sermos aquilo que verdadeiramente somos. As luzes apagam-se e o mundo esquece-se que existimos. Os olhares viram-se para outros caminhos; outras pessoas. O final do dia traz a nossa libertação. Podemos finalmente viver como queremos sem stress ou responsabilidades que nos sufocam. As luzes apagam-se e nós desejamos que assim fiquem por umas boas horas. Nem sempre é fácil enfrentar o mundo! Mas, aconteça o que acontecer, o final do dia irá sempre chegar. E aí tudo melhorará. 
#off the records #histórias de bolso

: Para os mais curiosos!

Já alguns de vocês tinham demonstrado curiosidade em ver-me/ouvir-me tocar violino. Pois que é hoje que vão matar a curiosidade! Normalmente toco em pé mas hoje estou com uma dor nas cruzes que mal me aguento. Ainda assim gravei o treino para imortalizar esta fase em que estou. Ainda estou muito verdinha mas já noto grandes evoluções em mim. Apesar de ainda não pegar e utilizar o arco da melhor maneira. Ou de ainda não conseguir prender bem o violino com o queixo. Com o tempo irei lá. Não tenho pressa por um simples motivo: quero fazer as coisas bem e que estas durem!
Deixo-vos uma gravação, sem imagem, de um dos meus primeiros treinos e depois três músicas que eu gosto bastante de tocar! Apesar de uma delas (a segunda) ter sido o motivo deste post. Como vêem, problema superado! Agora há que treinar sempre mais! 
Espero que gostem e para bem dos vossos ouvidos oiçam isto muito baixinho! Daqui a uns meses prometo que já toco melhor! 

: Para todas nós, mulheres!

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Que o céu não limite os nossos objetivos. Que os sonhos não se esfumem num passado sem futuro. Que a força habite nos nossos corações e que a persistência ande sempre connosco na mala. Não deixem a maquilhagem tapar o que são e não de escondam atrás de medos infundados. Somos capazes de tudo. Até de conquistar o mundo! 
Que o Dia da Mulher seja todos os dias. Para todas nós!

: Home Sweet Home #2

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Eu gosto de manter a minha casa simples, arejada. Não só por causa das minhas mil alergias mas também porque nunca gostei de ver casas muito cheias, como era típico no tempo dos nossos pais/avós. Tive a sorte de conseguir comprar uma casa remodelada e bastante moderna por isso desde logo decidi que não iria meter muita tralha nas várias divisões. Apesar de já ter a casa praticamente no ponto ainda há ideias que eu gosto de ver e quem sabe adaptar um dia no futuro. Coisas simples que dão logo um ar diferente à casa. Porque é disso mesmo que eu gosto: simplicidade. 

: É isto que eu quero!

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Sou insegura em muita coisa - praticamente tudo! - mas a música não é uma delas. Nasci com música no corpo e se em pequena cantava a plenos pulmões, hoje ponho toda a alma nos instrumentos que adoro. Sei as minhas capacidades e fico frustrada quando bloqueio por coisas que não fazem sentido. Fico frustrada quando cometo o mesmo erro muitas vezes e não encontro forma de o corrigir. Quero sempre ser melhor. Porque sei que consigo. 
Faz agora um mês que comecei as aulas de violino e apesar de ainda estar muito verdinha também consigo ver o quanto evoluí. E foi por isso que me custou ter ficado presa em algo "simples" durante grande parte da aula. Eu sabia o que tinha de fazer mas os meus dedos paralisavam. Valeu o professor ser atento aos alunos e com um modo de ensino tranquilo. Mandou-me fazer as coisas devagar, sozinha, sem stress. Lá acabei por desbloquear e fazer as coisas ao ritmo normal com a habitual companhia dele a tocar comigo. Sempre que falhava suspirava e questiona…

: Bom fim-de-semana!

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Sejamos fortes. Sejamos conhecedores da nossa força.  Sejamos humildes!

: Sentimentos em constante vaivém.

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Nunca o nome deste blogue fez tanto sentido para caracterizar a minha vida. Nem mesmo quando o criei se interligava de forma tão perfeita com a minha disposição. Sempre fui mulher de muitas marés, de constantes idas e vindas sem explicação. O meu humor saltita sem que eu o consiga agarrar ou sequer compreender. E, ultimamente, os meus dias têm sido uma mistura de altos e baixos, de calma e pressa, de felicidade e tristeza. Dias leves ficam pesados; Dias tristes tornam-se felizes. Nunca sei com o que contar, nunca sei aquilo que pensar. Podia até dizer que não sou feliz assim mas estaria a mentir. Esta constante inconstância foi o que sempre me caracterizou. E a verdade é que aprendi a viver com ela. Aprendi a tirar o melhor até do pior. Não saberia viver de outra forma.