terça-feira, maio 30

: Cinco meses de ti.

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E, num piscar de olhos, o meu pequeno já tem mais um mês. Cinco meses de muitas tontices e de muito amor. Parece que foi ontem que o trouxemos para casa e já passaram dois meses desde que ele veio encher estas divisões com muitas brincadeiras. Está mais calmo, mais paciente. Já nos obedece e já conhece as rotinas. Gosta de passear e adora deitar-se no nosso colo a dormir. É curioso e faz-nos companhia onde quer que vamos, mesmo que o destino seja a casa-de-banho. Adora brincar com tudo o que esteja pendurado e rouba-nos as meias que caiem no chão. É um trapalhão que demora a virar-se quando fica de barriga para cima. É um mimado que nos enche de beijos sempre que pomos a cara junto ao focinho dele. Pede-nos mimo e não nos larga enquanto não nos sentamos no chão ao pé dele. É o nosso gordinho e estou cada vez mais feliz por termos decidido acrescentar um patudo à família. Mesmo que ele me encha a roupa de pêlos e me morda os dedos quando está com a birra do sono. É o nosso amor de quatro patas e, todos os dias, ansiamos chegar a casa para podermos estar com ele. Que venham muitos mais meses e que venham daí muitos bons momentos, juntos. 


domingo, maio 28

: O poder da música.


A instituição onde trabalho tem, na sala do acolhimento, uma televisão. Não é que eles liguem muito ao facto dela estar ligada, até porque os deixamos brincar à vontade, mas de vez em quando passam músicas no canal Panda que eles gostam de dançar ou perdem-se a ver a Patrulha Pata. Até à Eurovisão acontecer as únicas músicas que passavam no Panda eram do Panda e os Caricas, da Sara ou da Palavra Cantada. Nada contra, até porque os miúdos adoram dançá-las e acabamos todos aos pulos. Mas eis que a semana passada fui surpreendida com uma nova música a passar na televisão. Primeiro reconheci a voz, só depois olhei. Era a Luísa Sobral a cantar o João. Fiquei derretida. E, podem não acreditar, mas ela conseguiu calar toda a sala. Quando dei por mim tinha miúdos de todas as idades (desde os 6 meses até aos 5 anos) vidrados na televisão. Não sei se pela voz dela, se pelo videoclip, se pela calma que transmite. Sei que ela teve o poder de acalmá-los a todos e durante aqueles dois minutos não houve corridas, choros ou pulos. Ainda pensei que tivesse sido um acto isolado, por nunca terem ouvido a música, mas dias depois voltou a passar a música e voltou a acontecer exactamente a mesma coisa. Agora já sei, sempre que precisar de mais calma na sala ponho a Luísa Sobral a tocar. Porque, sim, a música é realmente mágica.

sábado, maio 27

: Vai cair um santinho do altar!



Quem já me acompanha há mais tempo sabe que eu nunca - ou quase nunca - falo de coisas sobre beleza. Primeiro porque é um tema que não me fascina e, segundo, porque é raro comprar qualquer produto que seja. Talvez por isso, quando as minhas patroas nos ofereceram uma sessão com uma consultora da Mary Kay eu tenha torcido o nariz. Aceitei ir depois de me dizerem que era para nos ensinar a limpar a pele e os cuidados diários a ter com ela.

Tenho que ser sincera e dizer que adorei o cheiro dos produtos e o resultado final que ficou na minha pele da cara e nas minhas mãos, sempre tão secas. Ficaram macias como há muito não as sentia. Já não gostei tanto da parte de pôr base e ao contrário de quem foi comigo à sessão não quis por rímel nem nada dessas coisas que, nem sei bem porquê, mexem com o meu sistema nervoso.

O antes e o depois...

Se noto diferença? Claro que sim! Se vou começar a pôr base e afins? Não. Desde a sessão que comecei a lavar sempre a cara de manhã e à noite com esfoliante (que eu até já tinha cá em casa) e que ponho protetor de manhã. Mas mais do que isso não farei. Primeiro porque não tenho tempo e, principalmente, porque não me sinto nada natural e se há coisa que eu gosto é de me sentir livre. Por muito natural que seja a maquilhagem sinto-me sempre artificial e isso é algo que me deixa muito pouco à vontade. 

A prova disso foi que dias depois a mesma consultora veio dar-nos uma sessão de auto maquilhagem e eu meti o mínimo dos mínimos. Nada de sombras, blush ou rímel. Aprendi a usar eyeliner, a única coisa que eu ainda uso de vez em quando. Quando saí da sessão só queria chegar a casa para tirar tudo. Sentia-me demasiado exposta, algo que eu nunca gostei. 

O antes e o depois.

Sei que, actualmente, é habitual as mulheres andarem maquilhadas e que, infelizmente, há quem ache que isso é sinónimo de preocupação com a imagem. Mas, falando por mim que raramente ando maquilhada, preocupação com a imagem é sentirmo-nos bem na nossa pele, seja como for. Gosto de andar com a cara limpa, sempre gostei. Se me sinto mal com isso? Nem por isso. Sempre fui assim!

E, sim, eu no trabalho ando quase sempre de fato de treino (as fotos, em dias diferentes, provam isso!). É das coisas que mais adoro no facto de ser Educadora: poder andar super confortável e ninguém me dizer nada! Não há cá dress code!

quinta-feira, maio 25

: As coisas (boas) que eu descubro...

Andei longe do youtube por alguns dias e hoje, quando decidi ir dar uma vista de olhos, descubro que os Muse têm novas músicas. Já me fizeram feliz!! Ouvir esta música fez-me relembrar o momento, há um ano atrás, em que assisti a um concerto deles. São, sem dúvida, uma das bandas da minha vida!

sábado, maio 20

: Bichos carpinteiros! #1

Sou super diferente da minha mãe em quase tudo mas há uma coisa em que somos praticamente iguais: temos sempre que andar a mudar a mobília de sítio. Ainda morava com os meus pais e, volta na volta, mudava o meu quarto todo. Reorganizava a mobília e parecia ter um quarto novo! A minha mãe fazia o mesmo com a sala, a única divisão com espaço para mexer. Agora, que já moro na minha casa, vejo que sofro do mesmo "mal". Comecei na sexta por reorganizar a despensa e as bancadas da cozinha. Depois passei à casa de banho e o armário do lavatório levou tal volta que ficou irreconhecível. Foi pena não ter tirado fotos ao antes/depois porque as diferenças são imensas! Tenho a decoração mais clean, as coisas mais acessíveis, a casa mais arrumada!

Hoje o plano foi mudar, por completo, o quarto/escritório que para já serve para arrumação, essencialmente. Sentia que o quarto estava muito cheio, pouco convidativo. Deixo-vos, para já, a foto do antes.

O antes...

O espaço vazio ao lado da estante estava, antes da foto, cheio com tralha que decidi - finalmente - deitar fora. Ao olhar para o quarto sentia que não estava a aproveitar o espaço da melhor forma e estava constantemente desarrumado. Então, de manhã, pusemos mãos à obra e mudámos praticamente tudo de sítio!

... e o depois!

Sinto que com estas simples mudanças o quarto ganhou mais luz, mais espaço. A entrada do quarto deixou de estar atafulhada e agora serve apenas para guardar a roupa do trabalho do David. Para já a roupa está em cima de uma caixa mas com tempo vou comprar uma estante bonita para ficar tudo certinho. A minha mãe assim que viu as fotos disse que gostava da mudança. Eu cá gostei tanto que, logo a seguir, reorganizei o armário do corredor também e ainda me livrei de roupa, sapatos e malas que já não uso! 

Amanhã, se o cansaço me largar, tenciono dar volta às gavetas da secretária e à tralha que tenho nos vários sommiers da casa (sofá e as duas camas) para me livrar de coisas desnecessárias. Há que arranjar espaço para as coisas boas da vida. Não preciso cá de nada só para encher! 

quinta-feira, maio 18

terça-feira, maio 16

: Faz cada vez mais sentido...


Já há muitos anos que desejo fazer uma tatuagem. Se antes não sabia o que fazer, agora tenho a certeza de que terá que ser relacionado com a música. Porque a música me preenche, acalma-me, faz parte de mim, define-me. Faz todo o sentido porque, sem dúvida, a música fará sempre parte do meu futuro. Resta-me a coragem para marcar isso na minha pele.

domingo, maio 14

: Ontem o meu coração bateu mais forte!


Quando o meu pai me disse que tinha bilhetes para o jogo de ontem fiquei eufórica. É raro ele conseguir arranjar bilhetes e era logo para um jogo tão importante! Foram já várias as vezes em que fui ao estádio mas ontem senti-me diferente. Era um momento super decisivo e notava-se o nervosismo pelas bancadas. Todos cantavam a plenos pulmões, puxando pela equipa. E a equipa brindou-nos com imensos golos. Quatro deles mesmo na baliza à minha frente! Que felicidade! Gritei, pulei, orgulhei-me deles. Dominaram o jogo e os nossos corações. Quando acabou a partida pensei que o estádio viesse abaixo. Quando começaram os festejos para receber a taça julguei que estivesse a sonhar. Eu estava ali, a assistir a tudo. Mal podia acreditar. Mas foi verdade. Vi o Luisão levantar a taça e o meu coração bateu mais forte. Pela primeira vez na história o Benfica é tetracampeão e eu não podia ter mais orgulho no percurso deles. Que orgulho em ser Benfiquista!



Como se isso não bastasse chego a casa e vejo que o Salvador Sobral está em primeiro na classificação da Eurovisão. Segui a votação atentamente e cada doze pontos eram festejados como se fossem, por exemplo, um golo. Sofri até ao fim e quando Portugal venceu senti-me orgulhosa do nosso país. Senti orgulho daquela música tão doce, tão poderosa como há muito não se ouvia. De uma musica que me conquistou logo da primeira vez que a ouvi. Senti orgulho na compositora e no cantor, tão simples e tão completos. Esta foi a prova de que a diferença é algo bom. Obrigada manos Sobral por serem diferentes e não se importarem nada com isso. Portugal precisa disto mesmo: de mudança. 

Ontem foi, mesmo, um bom dia para os Benfiquistas e para Portugal!

sábado, maio 13

: Acordo com o Sol.


Sempre fui madrugadora. Gosto de sentir o ar das manhãs no rosto, gosto dos aromas que se levantam com o sol. Desde pequena que me levanto pela fresca, vou à janela e abro-a, para que o fresco me acorde. Demoro-me a olhar para a rua, ignorando que o relógio avança. Enrosco-me numa manta e aprecio o início de um novo dia. Capto pequenos pormenores e guardo-os, em mim. Reservo largos minutos para me sentir em paz, numa espécie de meditação que só eu compreendo. Quando fecho a janela sinto-me revigorada, pronta para enfrentar o dia. Sempre fui madrugadora e desconfio que vá sempre ser. Porque não o ser se me faz tão bem?!

#histórias de bolso
#off the records

quinta-feira, maio 11

: Opinadores profissionais.

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Há sempre alguém disposto a dar-nos a sua opinião, mesmo sem ser pedida. Se algumas vezes a opinião é pertinente e realmente nos ajuda a crescer, na maioria das vezes é apenas uma tentativa de "lavagem cerebral" em prol de algo que só a outra pessoa acredita. Na maioria das vezes são opiniões que não pedimos e que nos incomodam, porque não queremos ser incorrectos e mandar a outra pessoa ir pastar - apesar de estar cada vez mais perto de o fazerPor exemplo, agora com o cão já ouvi de tudo, principalmente de pessoas estranhas. Pessoas que nunca tiveram um cão destes mas que conhecem alguém que tem um da mesma raça e que pensa que nos vai ensinar algo. Pessoas que nem sequer imaginam que esperámos um ano pelo nosso cachorro e que estudámos tudo o que tínhamos a estudar. 

Algumas pessoas criticam-nos por prendemos o cão durante o dia, num parque próprio para ele. Acham que o devíamos deixar andar pela casa. Já nós acreditamos, sem vacilar, que isto é o melhor para ele. Tendo em conta que só tem quatro meses e mete tudo à boca deixá-lo andar pela casa era arriscarmo-nos a ter coisas destruídas ou que ele tivesse comido alguma coisa que não devesse. Ele fica sossegado no parque (dorme praticamente o dia todo) e nós ficamos descansados no trabalho. 

Outra situação: cruzo-me com pessoas que insistem em tentar pegar no cão ao colo. Tudo bem que é pequeno e fofo, mas para além de ele detestar estar preso no ar (debate-se e não pára sossegado) nós, enquanto donos, não queremos que ninguém ande com ele ao colo. Vai ser um cão pesado - entre os 10 e os 14kg - e não é, de todo, um cão de colo. Dissemos isso a uma senhora que tentou pegar nele e a resposta foi "Não gosta de colo? Têm que o habituar a gostar!". Oi?! Como assim?! Desde quando os cães foram feitos para andar ao colo? O meu até gosta de dormir nas nossas pernas mas só se estivermos deitados no chão ao lado dele. Nem sequer tivemos reação para responder à dita senhora porque ficámos parvos com a ideologia dela. 

Já para não falar das milhentas vezes que alguém nos diz "Então mas vocês não soltam o cão um bocadinho na rua? Coitado...". Ora lá está outra coisa com a qual não concordo. Ele não vai ser um cão grande e não é um cão denominado "perigoso". Mas mesmo assim nunca irei soltá-lo na rua. Por muito que o cão nos obedeça - seja pequeno ou grande - pode decidir correr para o meio da estrada ou morder alguém por se assustar. Não podemos pôr as mãos no fogo e não tenciono arriscar. Quando o vamos passear praticamente todos os cães andam soltos, com os donos a uns bons metros atrás. Digam-me... como pode o dono fazer alguma coisa se está tão longe e, muitas vezes, distraído?! Seja o cão pequeno ou grande deveria, para mim, andar preso e junto do dono. Talvez dessa maneira muitos ataques a pessoas e outros animais pudessem ser evitados. Já para não falar que estando os animais soltos é quase impossível controlar aquilo que eles metem à boca! Quero, acima de tudo, proteger o meu patudo.

Eu até nem me importo que as pessoas partilhem as suas vivências - já estive horas à conversa com outros donos de bouledogues franceses com anos de experiência - mas quando se limitam a partilhar aquilo que fazem com os seus cachorros, sem parecer estar a julgar todas as nossas decisões. Até porque nós assumimos sem problemas as nossas escolhas e sabemos justificá-las. Agora a verdade é esta: se isto já é assim com um cão imagino quando tiver um filho... Vou ter que fugir para outro planeta!!

segunda-feira, maio 8

: Porque escolhi o violino...

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Antes de começar a tocar violino não fazia ideia de todas as dificuldades que sentimos ao início. São as dores nos dedos, nos braços, nos pulsos, inclusivamente nas pernas! Os primeiros tempos são difíceis com imensas coisas para assimilar - desde a postura corporal até à forma como devemos agarrar no arco. Mas não me arrependo, nada, de ter embarcado nesta aventura. A par do piano, o violino sempre foi dos instrumentos que mais me captaram a atenção. A beleza do instrumento em si, o som que produz, a forma leve mas segura com que temos de movimentar o arco pelas cordas. A forma rápida com que temos de mudar os dedos, procurando a nota perfeita. O produto final compensa as dores nos dedos e nos braços. Essas dores, ao fim de algumas semanas, desaparecem. Ficam as aprendizagens, as superações, os resultados. Depois de seis anos fora do mundo da música pensei que fosse díficil voltar. Pensei que não me fosse adaptar a um novo instrumento. Mas não me permiti desistir, mesmo quando o som me irritava os ouvidos ou quando falhava coisas simples. Insisti; Persisti. E sinto-me orgulhosa por isso. Porque afinal de contas encontrei o instrumento perfeito e estou cada vez mais apaixonada por ele. Escolhi o violino porque sabia que me iria desafiar a ir mais longe e que me faria sair da minha área de conforto, ajudando-me a crescer. Não me enganei! 

domingo, maio 7

: A todas as mães...


... aquelas que geraram amor no ventre; às que geraram amor no coração; aquelas que amamentam; às que optam por não o fazer; às que ouvem os antigos; às que preferem utilizar métodos inovadores; às que dormem com os filhos na cama; aquelas que preferem que o filho durma no quarto dele; às que ficam em casa com os filhos; aquelas que vão trabalhar, porque não têem outra opção; às mães que preferem abraços; aquelas que dão mil beijos; aos pais que fazem o papel de mãe, sem nunca vacilar; às mães galinhas; mães heroínas que protegem o seu rebento, mesmo quando ele já é adulto; às futuras mamãs que ainda vão descobrir um novo mundo!

Hoje é o vosso dia e devem aproveitá-lo ao máximo. Acreditem, por muitas dúvidas que tenham, estão a fazer um óptimo trabalho. Só vocês sabem o que é melhor para o vosso filho e para a vossa família. São mães força, mães coragem. São mães!

Feliz dia a todas vocês ♡

sexta-feira, maio 5

: Ideias com pés para andar!


A minha cunhada é uma pessoa que não gosta de estar parada. E depois de alguns meses em casa, com nenhuma resposta ao envio de currículos, decidiu pôr mãos à obra e começar um pequeno negócio. Investigou e apaixonou-se pelos sabonetes. Mas não são sabonetes banais, daqueles que encontramos nos hipermercados! São sabonetes anti-alérgicos, têm formas fora do comum e cheiros deliciosos. São prendas baratas e bastante giras, visto que não servem apenas para o banho ou para lavar as mãos. Eu própria já fiquei com três pequenos pudins para pôr nas minhas gavetas. O cheiro que lá fica é maravilhoso! 

Convido-vos a visitarem a página do facebook - aqui - e a darem uma espreitadela. Vale a pena conhecer e, quem sabe, ajudarem a que esta ideia vá para a frente!

quarta-feira, maio 3

: Particularidades à la Cláudia #6


Sempre tive uma relação amor/ódio com meias. Por um lado, não consigo andar de ténis sem meias porque me sinto a nadar dentro dos sapatos. Por outro lado, assim que chego a casa tenho que tirar as meias e andar de pés descalços. Vá, no Inverno ainda aguento as meias até ir para a cama! Mas assim que me deito começo com calores nos pés e acabo por tirá-las enquanto durmo - como... ainda estou por descobrir! Assim que chega o verão torno-me anti-meias e em casa só consigo andar descalça. Sou assim desde que me lembro e, não duvido, herdei isso da minha mãe que é tal e qual como eu. O mais engraçado é que na maioria das vezes sinto que tenho os pés a arder mas assim que tiro as meias tenho os pés gelados. Vá-se lá entender...

segunda-feira, maio 1

: Desejos literários #1

Os últimos livros que comprei foram sempre em lojas de artigos em segunda mão e raramente dei mais do que 5€ por um livro. Talvez por isso me custe, nesta fase da vida, imaginar-me a comprar livros quase a 20€! Apesar de ter bastantes livros em lista de espera - estou neste momento a ler o primeiro volume da trilogia Maze Runner - há sempre aquelas obras que gostaríamos de acrescentar à biblioteca! Estas três são os meus mais recentes desejos, por diferentes razões. Para já não vou cair na tentação de comprá-las. Quem sabe não encontre estes livros nas minhas adoradas lojas e os consiga trazer a um preço super simpático!!


Li "A rapariga no comboio" e gostei da forma como a história se desenrolou. Gosto deste género de livros com mistério e que não nos serve o final logo de bandeja. Gosto de livros que puxem pela nossa mente e que nos façam tentar encontrar soluções. Este é um livro que não vou poder deixar de ler!


Ainda não vi a série tão badalada mas, confesso, tenho alguma curiosidade. E, como tal, tenho também curiosidade de ler o livro. Parece-me ser uma história pesada mas realista, bem ao meu género. Gosto de explorar a mente humana e mesmo que este livro não passe de ficção não há como não recordar que imensas pessoas passam exatamente por isto! 



Amei o livro "A 5ª Vaga" - já o filme deixou um pouco a desejar, na minha opinião. Claro está que assim que descobri que havia uma continuação o livro entrou logo para esta lista. Como não querer saber o que aconteceu depois da explosão com que terminou o primeiro volume? Como não querer saber o que aconteceu aos sobreviventes? Eu cá quero saber!